O
HOMENZINHO DA CAVERNA E OS SONS
NA FLORESTA - O FOGO - O DESENHO NA PEDRA - A VIDA EM
GRUPO
Silvio
Costta e o público interagem desde o início
do espetáculo, com a música das onomatopéias...nhac,
nhoc, crec, tchibumm, chuááá...depois
a evolução do homenzinho da caverna e
suas descobertas sonoras vão ganhando dramaticidade...surgem:
a cobra, o jacaré, o mamute e sua música
contagiante...depois , o suspense com o tigre dente
de sabre - o maior predador da época... cada
som é estimulado pelo ator, cada trecho da história
tem uma nova descoberta
no envolvimento da narrativa todos acabam virando homenzinhos
da caverna...numa noite chuvosa, por causa do raio e
seu som assustador, acontece uma das maiores descobertas
da humanidade : O FOGO...num jogo cênico e cativante,
Silvio Costta faz o público aprender o som do
fogo e imitá-lo, interagindo para completar a
cena...Surgem coisas novas na caverna , que antes eram
completamente escuras e desconhecidas...o morcego e
outros bichos que o homenzinho nunca tinha visto...
De dentro da caverna surge um novo som, um córrego
d'água é a chave para outra grande descoberta
: A ARTE . Por causa do som novamente, o homenzinho
raspa uma tocha apagada na parede da caverna e percebe;
a arte faz sons. Depois ele começa a usar outros
objetos para desenhar, pintar e fazer sons diferentes,
tudo que está em sua memória...vem uma
nova canção..."pegou uma pedra branca
e desenhou a lua...pedra amarela, desenhou o sol..."
O público acompanha cada passo da evolução
do homenzinho, prestando atenção em cada
detalhe, como se fosse uma oficina sonora bem divertida.
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Depois
de 45 minutos, o homenzinho encontra uma família
para viver feliz e evoluir mais ainda ...
Silvio
Costta encerra o espetáculo com a música
da linguagem, UGA-UGA, fazendo uma brincadeira
de trava-línguas, ensinando que o homem
aprendeu a falar de tanto a natureza escutar.
Depois
de tanta história, tanta aventura e tanto
nhac, croc, trec, shilup, ploc...as crianças
ainda vão fazer uma brincadeira sonora
com o autor....
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